João Petry

Prepare-se: a Primavera é época de revoada dos cupins

Você provavelmente já viu aquelas asinhas amontoadas no chão da casa. Estas asinhas são um sinal de provável infestação. Entenda mais como a primavera influencia no ciclo dos cupins.

Os cupins iniciam suas revoadas junto da primavera, quando começa os meses mais quente do ano. As revoadas são formadas pelos machos e fêmeas reprodutoras, e consistem no ato dos insetos deixarem seus respectivos ninhos em busca de um companheiro para iniciar uma nova colônia. O sinal das asas espalhados pela casa significam que os insetos completaram seu ciclo, e conseguiram se instalar em algum compartimento de madeira pela residência.

Sob ação de hormônios sociais específicos dos cupins, estes insetos têm asas geradas somente para poder se descolar dos compartimentos subterrâneos que habitam até então, e revoar até outro local.

O processo dentro das colônias já estruturadas é complexo. Com a época de revoada chegando, eles se organizam, provocando uma compressão dentro das câmaras de espera. Em um determinado momento os cupins que estão trancados dentro do cupinzal começam uma intensa vibração com as asas, provocando um aumento da temperatura interna do cupinzal. Neste momento os cupins  operários, abrem a saída e milhares de casais saem em revoada numa gigantesca nuvem de insetos. Uma vez fora de seus ninhos, os cupins saem voando direcionados pela luz, por isso aparecem sempre na lâmpada da nossa casa. Eles não sabem que aquela é uma luz artificial! 

Longe do cupinzeiro de origem, os reprodutores perdem suas asas em um processo natural. Uma vez no solo, ou sobre a madeira se tiverem sorte, formam o casal real que inicia a escavação de uma galeria e termina numa cavidade mais ampla, onde ocorre a primeira cópula e a fêmea coloca os primeiros ovos. Daí em diante, o ninho se expande e forma uma comunidade independente. 

Chamados popularmente de cupins, esses insetos da ordem Isóptera, são conhecidos como aleluias, siriri ou sarará em algumas regiões do Brasil. Os isópteros são insetos sociais como as abelhas e formigas. Atualmente, existem mais de duas mil espécies de cupins catalogados em todo o planeta. O traço comum entre as várias espécies é que todas se alimentam de estruturas ricas em celulose encontradas na madeira, papel, telas, tecidos, e gesso.

 As madeiras estão suscetíveis ao ataque de várias espécies de cupins. Quando o ataque é realizado por cupins de madeira seca, o primeiro sinal é aquele pozinho formado por grãos duros que aparecem no chão próximo aos móveis. Outro sinal de infestação também pode ser encontrar pequenas asas pela casa, o que indica que os cupins já estão no ambiente. 

O cupim que invade as cidades são difíceis de combater, pois eles rapidamente destroem madeira, papel, fundo de armário, forros, rodapés, tacos e portais, e podem causar grandes prejuízos. Assim, quanto mais depressa se iniciar o combate, melhores serão os resultados.

Para realizar um controle de pragas efetivo, o primeiro passo é identificar o tipo de infestação, e em seguida adotar a melhor estratégia para cada local (residências, empresas ou indústrias possuem métodos diferentes de controle e proteção). É de suma importância o monitoramento e a prevenção para que a praga não retorne.

Ao menor sinal de cupins contrate uma empresa especializada em descupinização. Esta é uma boa época para se realizar o serviço, pois é possível visualizar a presença dos insetos através dos sinais indicados neste post. 

A Dedetizadora Matinseto possui profissionais treinados e capacitados para fazer uma avaliação da área afetada e sugerir a melhor forma de descupinização seja para sua casa, empresa ou indústria. 

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